O Comitê Popular da Copa-SP convida os movimentos sociais a participarem da I Copa Rebelde dos Movimentos Sociais, que será realizada no dia 15 de dezembro, no espaço da antiga rodoviária, no centro da cidade.

Podem – e devem! – jogar adultos, crianças, homens e mulheres. A Copa Rebelde é aberta a todas e todos!

Os times terão 5 jogadoras/jogadores na linha e 1 goleira/goleiro, e os jogos serão de 10 minutos, com um mínimo de 3 jogos para cada equipe.

ATENÇÃO: como forma de acolher o maior número possível de movimentos, solicitamos que cada movimento inscreva apenas uma equipe. Caso sobrem vagas, escreveremos novamente aos movimentos interessados em inscrever mais de uma equipe.

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

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3 comentários sobre “SOBRE

  1. Como é que eu faço para entrar em contato com os organizadores da Copa Rebelde? Tem algum e-mail de contato?

  2. HISTÓRIA DO FUTEBOL

    Para meu pai. Nos instantes finais de sua “partida”

    Há muito tempo atrás, onde hoje é a Inglaterra, houve um rei malvado que a todos gostava de castigar, maltratando as pessoas sem motivo algum. Quando acordava de mau humor, punha em prática seu sanguinário costume. Pensava em um número qualquer e encaminhava soldados em meio à população para trazer igual número de pessoas a serem decapitadas. Nessa data costumava-se fazer uma grande festa e todos eram obrigados a assistir cruel execução, com acompanhamento de trombetas e canhões, para as glórias do rei.
    Sucedeu um dia, sonhando com o número onze, despertou com mais vontade de cortar cabeças. Assim, mandou buscar a mesma quantidade de infelizes e organizou uma grande festa, a mais bela de todas. Na hora marcada, as pessoas sentadas no espaço para espectadores conformaram um circulo, parecido aos atuais estádios de futebol. Todos viram quando os condenados foram trazidos do cativeiro, vestidos com as mesmas cores, pois era desejo de sua majestade, como os jogadores de hoje em dia com seus uniformes. No centro das atenções, o rei gargalhava dos malabarismos do bobo-da-corte ao redor das vítimas, ridicularizando-as. Tudo pronto, trombetas e canhões em ação, o rei mandou que baixassem a gigantesca guilhotina sobre o pescoço dos onze, mas tal fato não ocorreu.
    Concentrados no cativeiro, os condenados traçaram um plano, com um deles escapando a noite e sabotando a guilhotina. Talvez por isso, hoje ainda, as equipes, antes de cada partida, permaneçam em concentração.
    Livrando-se das amarras, tomaram a espada de um soldado e um dos onze agarrou o rei pela cabeça, enquanto outro a cortava, chutando-a para longe. Surgiu dessa forma o primeiro arqueiro e, a cabeça chutada para longe, o primeiro tiro- de- meta. Os outros correram atrás da cabeça, chutando-a de um lado para outro, criando a beleza do toque-de-bola. O soldado que perdera sua espada ainda tinha sua lança e, com ela em mão, corria em paralelo, pois devia obediências ao rei, ao mesmo tempo em que temia entrar no jogo e enfrentar aos onze. Seu desespero, tentando impedir as jogadas, daria as bases para as leis de impedimento. Sua lança, com uma pequena bandeira com as cores do reinado, fizeram dele o primeiro bandeirinha.
    O bobo-da-corte corria atrás fazendo escândalos, gritando para que voltasse a reinar a ordem. Seus escândalos o converteria em primeiro árbitro, sempre querendo parar as belas jogadas. Dos onze jogadores, um chutou forte e gritou mais forte ainda, GOL! Ninguém entendeu a palavra, mas entenderam que era grito de liberdade e, como fazem os jogadores de hoje em dia, após um companheiro marca um gol, correram para abraçá-lo.
    Os espectadores gritavam autênticas vivas aos onze, como fazem os torcedores de agora, porque eles simbolizavam a vitória dos oprimidos sobre o opressor.
    A partir desse dia voltaram todos contentes para suas casas e, com bolas de pano ou de couro, tomaram as ruas com aquela que seria depois a maior festa do planeta, o FUTEBOL.

    Carone,
    2005.

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